O poeta escuta a vida
Conversa com a natureza
Para além de mim e possibilidades
Atravesso a via que se apresenta
Sou naquilo que me mostra
e diz: "não olhe o espelho."
sábado, 1 de outubro de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
Presença da ausência sentida
Presença da ausência sentida
fim de tarde.
O que houvera não pode ser mensurável.
Dias de inverno ensolarados.
O sorriso atravessou a ponte.
sábado, 2 de julho de 2011
Sono
Ao fim do dia
os olhos focam
o que a luz deixa de brilhar
Chega o sono
o ouvido apura
as palavras não ditas
Boa noite!!! Com sono!!! Sonhe bonito!!!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
A luz
Caminhar sem saber a chegada
Assim, brilha o sol
Disposição de estar à frente
sem ou com roteiro.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Um dia a mais
Incontáveis são as ações
abortadas pelo espaço
E os olhos ceifados,
rotos, dispersam-se
Cada som forma a música do dia
o alento subordina as circunstâncias
de um sorriso, de uma lágrima
Há a quebra do contínuo: profusão.
Desconcerto e a comunicação
afrouxa o sentir não pensado
no limbo intrínseco da ignorância
Restam poucos recursos
As escadas, ora distantes,
tornam-se próximas
E, a cada degrau, voltar-se
não é o mesmo. Subir.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
O brilho do frio
Suave o vento chega
e as lembranças aconchegam-se
O frio enubla a vista
perde-se o fio sua meada
Há profusão de cores
sentidas por olhos fugazes
A escala de cinza não cinge
o coração rubro vivante
A voz chega ao mais longínquo
e interiorano e se expande
O brilho acende o círculo
Pulsa o redor armonioso
Olha-se pela janela:
as nuanças são claras
A leveza do dia
em palavras não pesadas
Ele está no amor.
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