quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Há
Passaram-se folhas caídas no chão
E outras passarão e passam ainda
O vento as leva ao longe sem destino
Enquanto outras onde estão
Sempre é o mesmo sem atenuantes
Intragável em dias de sol ou de chuva
Afeta nas folhas o verde licor verdejante
Rasga-as e assim mostra a outra face
Revoa no enlevo do vôo e vivacidade
Quando estalactites mostram a forma
Ocultando o inteiro, o que há? Há?
De toda planta, as sementes brotam
As folhas vão agora marronizadas
Foram estações que se transluziram
Foi o sol a queimá-las e não a outras
Sentido se houver em ser em folha
A custo é verde e com brilho e consistente
mas, logo chega o intragável e enferruja
quando dispersas são incompletas ao esmo
e quando soltas são parte do que aniquila.
sábado, 30 de maio de 2009
É
Voltei ao centro de mim
E as águas límpidas eram visíveis
Sorri quando me vi e percebi
que estou a caminho.
E todas feições perdidas foram
Olhar parece-me agora tão leve
Sinto o vento tranquilo em meu rosto
Lembro-me de que estou chegando.
Mais que audição tão compassada
Minha voz audível por meus sentidos
Sei que pensar é lançar-se à frente
Hoje está um dia tão lindo, imcomparável.
Por mais que tente é pouco e é
tão distante, tão perto e muito
Enquanto falo apareço toda e pouca
Ler é ver o além e aquém do corte.
Quem tem um lindo dia sempre
Não se incomoda com céu nublado.
E sorrio com o audaz caminho que percorro,
de viver a vida ao teu lado.
E as águas límpidas eram visíveis
Sorri quando me vi e percebi
que estou a caminho.
E todas feições perdidas foram
Olhar parece-me agora tão leve
Sinto o vento tranquilo em meu rosto
Lembro-me de que estou chegando.
Mais que audição tão compassada
Minha voz audível por meus sentidos
Sei que pensar é lançar-se à frente
Hoje está um dia tão lindo, imcomparável.
Por mais que tente é pouco e é
tão distante, tão perto e muito
Enquanto falo apareço toda e pouca
Ler é ver o além e aquém do corte.
Quem tem um lindo dia sempre
Não se incomoda com céu nublado.
E sorrio com o audaz caminho que percorro,
de viver a vida ao teu lado.
domingo, 24 de maio de 2009
Chego e posto.
Começarei com um poema atualíssimo. Aqui postarei poemas e contos.
Incandescência
Passam as horas cintilantes no céu,
e pessoas caminham sem olhar ponteiros,
Qual é o tempo medido em cada infindável passo?
E o brilho que retina e ilumina por quanto é calculável?
Se ao menos cada mão pudesse abraçá-lo...
Se ao menos cada fio pudesse contê-lo...
Mas a vida gira em qualquer redemoinho,
E acaba em qualquer precipício.
Cada ponto acende um fugaz espaço.
Cada tique-taque apaga um infindável passo.
No mais restam resquícios retratados
e assim permanecem doadores
Traem o negro quando o escuro tornar-se tudo,
são neblina, ao entardecer; são fulgor, à esperança.
Qual ponte é construída do que foi?
Qual ponte será construída do que é?
Quem tem tanto que possa dar tudo?
E assim permanece intragável o tempo.
E assim permanece inexpugnável o brilho.
Nada altera o compasso do que já foi dado.
Incandescência
Passam as horas cintilantes no céu,
e pessoas caminham sem olhar ponteiros,
Qual é o tempo medido em cada infindável passo?
E o brilho que retina e ilumina por quanto é calculável?
Se ao menos cada mão pudesse abraçá-lo...
Se ao menos cada fio pudesse contê-lo...
Mas a vida gira em qualquer redemoinho,
E acaba em qualquer precipício.
Cada ponto acende um fugaz espaço.
Cada tique-taque apaga um infindável passo.
No mais restam resquícios retratados
e assim permanecem doadores
Traem o negro quando o escuro tornar-se tudo,
são neblina, ao entardecer; são fulgor, à esperança.
Qual ponte é construída do que foi?
Qual ponte será construída do que é?
Quem tem tanto que possa dar tudo?
E assim permanece intragável o tempo.
E assim permanece inexpugnável o brilho.
Nada altera o compasso do que já foi dado.
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