domingo, 12 de fevereiro de 2012

Por vezes

Há vezes que o fim parece próximo
E a estrada se finda em seguida
No novo passo, o caminho muda
Já é uma nova voz soerguida.

Diligentes pés cansados
resvalam-se em pedras
chegam ao jardim sortido
descansam na sombra da árvore.

Ar chega levemente
O sussurro diz
O frescor apazigua
As flores são lápiz de cores

A sede é a necessidade
O refrigério alimenta
o corpo que forma-se
a cada dia, qualquer segundo

É noite. O silencio se acentua
As vozes confundem-se
com a tecnologia, esquecida
do amanhã próximo.

12/02/12

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

domingo, 29 de janeiro de 2012

Novo tempo

Há um novo tempo que acorda
com sons silentes pela madrugada
e, pelo dia, as sonatas
os ouvidos mais atentos.

Muda-se por mudar a fachada
não é mesmo que alterar a estrutura
Há de ser quem é
onde for, quando for, com quem for.

Quanto mais mudo
percebo que sou a mesma
Encontro-me sempre
nunca, às vezes e quando.

É preciso esquecer
para lembrar
Brinca-se no tempo quem
procura por si sem ideais.

A cada escolha um novo caminho,
outro caminho, sem caminho; a cada caminho,
uma escolha, outra escolha, fluente escolha,
nenhuma escolha, nenhum caminho.

Em pensar que a flecha para o alvo
não é reta retilínea, assim, a vida.
A unidade é o tecido orgânico
junto ao inorgânico da esfera. do plano.

29/01/2012 - 22:31

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Sorriso

Sorrio para chorar em seguida

Deixar as lágrimas rolarem pela face

Conter aquilo não revelado e apontar

Para a trilha paralela ao coração.


E, nos olhos, florescer a condolência

Ter em mãos afincos e projetos

Sonhados, pensados, manuseados

Tão distantes, tão pertos, tão nunca e sempre.


Se entremeio e aflora a dor

Na surdina intervalam cores

Mais que um simples acerto

Ou erro esporádico que salpica.


Sorrio tênue entre eu e o mundo

Vejo a cortina que tampa a fresta

Quando bate o vento descortina

Aparece o muro separador na superfície.


Escuto os carros que passam silentes

Sons de músicas de uma mesma batida

Concentro-me naquilo que posso

A deixar-me seguir em solidão.

16/05/2010


sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Reconsideração

Não terminarei o blog, mas colocarei várias coisas do (s) meu (s) pensamento (s), além do poema, poesia. Vamos ver no q vai dar!!!

sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz 2012

Feliz Ano Novo,
com momentos agradáveis, amistosos e amorosos junto aos familiares, aos amigos e aos novos adventos;
com realizações dos projetos antigos, novos, inesperados e sonhados;
com paz e sabedoria no coração em qualquer momento;
com prosperidade para usufruir as riquezas que Deus dá e aquelas que mãos não podem tocar;
com alegrias para adoçar a vida e ofertar sorrisos aos corações tristes;
com esperança para conseguir ver a luz no fim do túnel e prosseguir;
com saúde para viver cada milésimo de segundo e poder contemplar a maravilha que Deus fez.
Enfim, FELIZ 2012.

Beijos, Raquel.