segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
Novo tempo
Há um novo tempo que acorda
com sons silentes pela madrugada
e, pelo dia, as sonatas
os ouvidos mais atentos.
Muda-se por mudar a fachada
não é mesmo que alterar a estrutura
Há de ser quem é
onde for, quando for, com quem for.
Quanto mais mudo
percebo que sou a mesma
Encontro-me sempre
nunca, às vezes e quando.
É preciso esquecer
para lembrar
Brinca-se no tempo quem
procura por si sem ideais.
A cada escolha um novo caminho,
outro caminho, sem caminho; a cada caminho,
uma escolha, outra escolha, fluente escolha,
nenhuma escolha, nenhum caminho.
Em pensar que a flecha para o alvo
não é reta retilínea, assim, a vida.
A unidade é o tecido orgânico
junto ao inorgânico da esfera. do plano.
29/01/2012 - 22:31
com sons silentes pela madrugada
e, pelo dia, as sonatas
os ouvidos mais atentos.
Muda-se por mudar a fachada
não é mesmo que alterar a estrutura
Há de ser quem é
onde for, quando for, com quem for.
Quanto mais mudo
percebo que sou a mesma
Encontro-me sempre
nunca, às vezes e quando.
É preciso esquecer
para lembrar
Brinca-se no tempo quem
procura por si sem ideais.
A cada escolha um novo caminho,
outro caminho, sem caminho; a cada caminho,
uma escolha, outra escolha, fluente escolha,
nenhuma escolha, nenhum caminho.
Em pensar que a flecha para o alvo
não é reta retilínea, assim, a vida.
A unidade é o tecido orgânico
junto ao inorgânico da esfera. do plano.
29/01/2012 - 22:31
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Sorriso
Sorrio para chorar em seguida
Deixar as lágrimas rolarem pela face
Conter aquilo não revelado e apontar
Para a trilha paralela ao coração.
E, nos olhos, florescer a condolência
Ter em mãos afincos e projetos
Sonhados, pensados, manuseados
Tão distantes, tão pertos, tão nunca e sempre.
Se entremeio e aflora a dor
Na surdina intervalam cores
Mais que um simples acerto
Ou erro esporádico que salpica.
Sorrio tênue entre eu e o mundo
Vejo a cortina que tampa a fresta
Quando bate o vento descortina
Aparece o muro separador na superfície.
Escuto os carros que passam silentes
Sons de músicas de uma mesma batida
Concentro-me naquilo que posso
A deixar-me seguir em solidão.
16/05/2010
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Reconsideração
Não terminarei o blog, mas colocarei várias coisas do (s) meu (s) pensamento (s), além do poema, poesia. Vamos ver no q vai dar!!!
sábado, 31 de dezembro de 2011
Feliz 2012
Feliz Ano Novo,
com momentos agradáveis, amistosos e amorosos junto aos familiares, aos amigos e aos novos adventos;
com realizações dos projetos antigos, novos, inesperados e sonhados;
com paz e sabedoria no coração em qualquer momento;
com prosperidade para usufruir as riquezas que Deus dá e aquelas que mãos não podem tocar;
com alegrias para adoçar a vida e ofertar sorrisos aos corações tristes;
com esperança para conseguir ver a luz no fim do túnel e prosseguir;
com saúde para viver cada milésimo de segundo e poder contemplar a maravilha que Deus fez.
Enfim, FELIZ 2012.
Beijos, Raquel.
com momentos agradáveis, amistosos e amorosos junto aos familiares, aos amigos e aos novos adventos;
com realizações dos projetos antigos, novos, inesperados e sonhados;
com paz e sabedoria no coração em qualquer momento;
com prosperidade para usufruir as riquezas que Deus dá e aquelas que mãos não podem tocar;
com alegrias para adoçar a vida e ofertar sorrisos aos corações tristes;
com esperança para conseguir ver a luz no fim do túnel e prosseguir;
com saúde para viver cada milésimo de segundo e poder contemplar a maravilha que Deus fez.
Enfim, FELIZ 2012.
Beijos, Raquel.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
O primeiro que é o último
Pensei bem e vou parar de postar aqui neste blog. O último poema é o primeiro que foi feito neste ano, ao menos, foi o primeiro que me impulsionou aos 60 restantes.
[...]
Pensei nas nuvens no céu
e vi que longe estão os sonhos
pensados
Os vividos estão conosco
somos nós.
Mas não me ative à distância
- Assaz cruel para quem ama
Nem à inacessibilidade da vontade
- satisfeita em imagens
Somos além do ponto
e aquém do ceu
Sonhei que sorria num cinzento chuvoso dia
Parecia a morte de uma lágrima
De tanto querer ver o que desaparecia
sem, ao menos, despedir-se e ver-se indo
Chuva vertida do alto, escorrendo rua abaixo.
1/11/2011
[...]
Pensei nas nuvens no céu
e vi que longe estão os sonhos
pensados
Os vividos estão conosco
somos nós.
Mas não me ative à distância
- Assaz cruel para quem ama
Nem à inacessibilidade da vontade
- satisfeita em imagens
Somos além do ponto
e aquém do ceu
Sonhei que sorria num cinzento chuvoso dia
Parecia a morte de uma lágrima
De tanto querer ver o que desaparecia
sem, ao menos, despedir-se e ver-se indo
Chuva vertida do alto, escorrendo rua abaixo.
1/11/2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Um poema pretensamente descartado
Bom, este poema foge um pouco ao conjunto pretendido. O q acham?
[...]
Estou à espera do que não veio
À procura do que não tenho
Perdida pela horas que passam
E eu, contínua, no espaço ermo
Perto, longe, sempre, nunca
Palavras falaciosas permeiam a mente
Diga a quem vive que o sempre
não é tendência humana. Morte.
Estou à beira de mim, entremeio
O foco perde-se ao relento do dia
É noite. Ninguém toca a campanhia
Automóveis passam na rua, descompassadamente
Meus olhos pesam e pousam
É demorado saber esperar pelo
o que não se sabe e sabe saber
Sabor de fim de dia resoluto.
1/11/2011
Só deixarei esses dois neste ano de 2011. E que venha 2012!!!
[...]
Estou à espera do que não veio
À procura do que não tenho
Perdida pela horas que passam
E eu, contínua, no espaço ermo
Perto, longe, sempre, nunca
Palavras falaciosas permeiam a mente
Diga a quem vive que o sempre
não é tendência humana. Morte.
Estou à beira de mim, entremeio
O foco perde-se ao relento do dia
É noite. Ninguém toca a campanhia
Automóveis passam na rua, descompassadamente
Meus olhos pesam e pousam
É demorado saber esperar pelo
o que não se sabe e sabe saber
Sabor de fim de dia resoluto.
1/11/2011
Só deixarei esses dois neste ano de 2011. E que venha 2012!!!
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